Olivia Bonfim foi destaque no g1 ao revelar os impactos da altitude extrema no corpo humano
O sangue engrossa até os vasos precisarem se alargar para deixá-lo passar. O coração dispara e não desacelera, nem em repouso. O corpo passa a consumir o próprio músculo para gerar energia, e a fome some justo quando ela seria mais necessária. É o que a altitude extrema faz com o organismo humano —e boa parte disso começa muito antes do cume de uma montanha.
A partir dos 8 mil metros, o processo ganha nome: zona da morte. É a faixa em que, mesmo com oxigênio na mochila, o corpo não consegue mais se adaptar e começa, aos poucos, a se degradar. Foi por esse território que Olivia Bonfim escolheu passar —não uma vez, mas duas, em menos de 24 horas.
Leia mais na íntegra, clicando aqui.
Gostaria de saber mais sobre minhas viagens e palestras? Clique aqui e me siga nas redes sociais.